Permanece, na classe política, um tabu em torno da associação das palavras "marketing" e "política". Tabu esse que gera alguns preconceitos, confusões e que propaga e enraíza, cada vez mais, a idéia de que o marketing político é a deturpação e corrupção da política, posto que nada mais é do que a venda do político em troca do voto, onde, via de regra, o eleitor sai burlado.
O marketing político traz muitos benefícios à democracia. Se bem gerido, e aplicado, permite aos cidadãos estarem mais inteirados da realidade política, pode tornar o exercício da política mais responsável, tanto para políticos como cidadãos.
Conceito
Marketing político é saber informar e comunicar com o eleitor; orientar e direcionar as idéias do partido/candidato/governo em função das necessidades que se detectam. É definir claramente quem é o público a que se está a servir(o segmento de mercado) e potenciar relações duradouras com esse público alvo.
E tem no marketing eleitoral a sua faceta mais popularmente conhecida, o que muitas vezes leva a que sejam tidos como iguais.
Em termos governamentais, o marketing político é o ajustar as medidas às necessidades da Nação, aos anseios dos cidadãos, no sentido de os servir sempre melhor. É aproximar o governo dos governados. Afinal o governo tem como patrão o povo.
Toda campanha política, necessita de uma gama de criadores, onde cada passo é uma nova criação. A criação nasce do confronto. Opor-se a seu cliente é uma necessidade profissional. Todo político é muito cortejado; não há candidato sem cortejo. Os seus assessores e aqueles que andam muito próximo a ele o cobrem de louvores que o sufocam.
Objetivos
Numa estratégia e ação eleitoral tem que existir uma fixação de objetivos e a escolha dos alvos.
Mas, o objetivo de uma campanha eleitoral não é necessariamente ganhar a eleição. Há 3 GRANDES tipos de objetivos:
1. Difusão das idéias do candidato ou do partido;
2. Obtenção de um bom resultado;
3. Obtenção de maioria absoluta ou relativa.
Candidato
O candidato é o elo de ligação entre as causas públicas e o eleitor. É a primeira vitrine dos partidos, das ideologias, das estratégias de marketing e de seus ideais. O candidato é o conteúdo, é um contexto amplo entre partido, ideologia, vida e sua participação na vida social.
A diferença entre marketing político e marketing eleitoral
O marketing político está relacionado com a formação da imagem a longo prazo. É utilizado por pessoas e políticos que desejam projetar-se publicamente.
Já o marketing eleitoral é de curto prazo. As estratégias e as táticas de comunicação são montadas em cima de um ambiente vivo, já existente, em andamento e não de um ambiente criado.
Princípios estratégicos
Conheça o que pensa o eleitor, antes de partir para a sua conquista; a melhor forma de conquistar a mente do eleitor é ser o primeiro a chegar. Trabalhe na linha de menor resistência ao posicionamento na mente do eleitor; procure maximizar os pontos favoráveis e minimizar as falhas, se possível convertendo-se em virtudes; concentre seu discurso na valorização e unidade do partido; concentre forças no seu principal inimigo, não desperdice munição atirando para todos os lados; procure sempre antecipar-se aos movimentos de adversários que possam ameaçar sua posição antes que seja preciso reagir; confirme os defeitos do inimigo junto ao eleitorado. Ataque nesse ponto. Utilize a força de liderança para eliminar as possibilidades de reação do inimigo; se a polarização é inevitável, procure levar seu adversário para o campo que lhe seja mais favorável!
O marketing político traz muitos benefícios à democracia. Se bem gerido, e aplicado, permite aos cidadãos estarem mais inteirados da realidade política, pode tornar o exercício da política mais responsável, tanto para políticos como cidadãos.
Conceito
Marketing político é saber informar e comunicar com o eleitor; orientar e direcionar as idéias do partido/candidato/governo em função das necessidades que se detectam. É definir claramente quem é o público a que se está a servir(o segmento de mercado) e potenciar relações duradouras com esse público alvo.
E tem no marketing eleitoral a sua faceta mais popularmente conhecida, o que muitas vezes leva a que sejam tidos como iguais.
Em termos governamentais, o marketing político é o ajustar as medidas às necessidades da Nação, aos anseios dos cidadãos, no sentido de os servir sempre melhor. É aproximar o governo dos governados. Afinal o governo tem como patrão o povo.
Toda campanha política, necessita de uma gama de criadores, onde cada passo é uma nova criação. A criação nasce do confronto. Opor-se a seu cliente é uma necessidade profissional. Todo político é muito cortejado; não há candidato sem cortejo. Os seus assessores e aqueles que andam muito próximo a ele o cobrem de louvores que o sufocam.
Objetivos
Numa estratégia e ação eleitoral tem que existir uma fixação de objetivos e a escolha dos alvos.
Mas, o objetivo de uma campanha eleitoral não é necessariamente ganhar a eleição. Há 3 GRANDES tipos de objetivos:
1. Difusão das idéias do candidato ou do partido;
2. Obtenção de um bom resultado;
3. Obtenção de maioria absoluta ou relativa.
Candidato
O candidato é o elo de ligação entre as causas públicas e o eleitor. É a primeira vitrine dos partidos, das ideologias, das estratégias de marketing e de seus ideais. O candidato é o conteúdo, é um contexto amplo entre partido, ideologia, vida e sua participação na vida social.
A diferença entre marketing político e marketing eleitoral
O marketing político está relacionado com a formação da imagem a longo prazo. É utilizado por pessoas e políticos que desejam projetar-se publicamente.
Já o marketing eleitoral é de curto prazo. As estratégias e as táticas de comunicação são montadas em cima de um ambiente vivo, já existente, em andamento e não de um ambiente criado.
Princípios estratégicos
Conheça o que pensa o eleitor, antes de partir para a sua conquista; a melhor forma de conquistar a mente do eleitor é ser o primeiro a chegar. Trabalhe na linha de menor resistência ao posicionamento na mente do eleitor; procure maximizar os pontos favoráveis e minimizar as falhas, se possível convertendo-se em virtudes; concentre seu discurso na valorização e unidade do partido; concentre forças no seu principal inimigo, não desperdice munição atirando para todos os lados; procure sempre antecipar-se aos movimentos de adversários que possam ameaçar sua posição antes que seja preciso reagir; confirme os defeitos do inimigo junto ao eleitorado. Ataque nesse ponto. Utilize a força de liderança para eliminar as possibilidades de reação do inimigo; se a polarização é inevitável, procure levar seu adversário para o campo que lhe seja mais favorável!
Nenhum comentário:
Postar um comentário